Waste

Os Waste não estão com rodeios a tentar ser a última garrafa de água de um deserto minhoto qualquer. Isso seria o desperdício que a banda assume ser, clássica à moda de um heavy/thrash metal a dever tanto aos Slayer quanto aos Megadeth, ainda que pareça cantado por um norueguês xenófobo e enfurecido com o aumento de igrejas por quilómetro quadrado na sua aldeia aborrecida e coberta pela neve de verão. É essa a magia daquele que, provavelmente, será o quarteto mais chateado a pisar um palco no Milhões de Festa. Não esperem misericórdia, porque vão achá-la desnecessária. Também a vossa presença, mas que pensam vocês disso? Waste, como a banda e como este texto.

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